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Natalie Wood (2026)
O espetáculo propõe uma experiência em que realidade, ficção e memória coexistem sem hierarquias, convidando o público a percorrer um território de dúvidas, silêncios e lacunas. Em um contexto marcado pela circulação acelerada de imagens e pela constante disputa de versões sobre o real, Natalie Wood investiga como determinados acontecimentos permanecem vivos enquanto outros desaparecem, refletindo sobre as relações entre presença, ausência, esquecimento, permanência vida e morte.

Pequenos Perversos Polimorfos (2019)
Mergulha nas tensões entre desejo, identidade, afeto e formação subjetiva na contemporaneidade. A partir de uma linguagem cênica fragmentada e poética, a montagem investiga os processos de construção do indivíduo diante das normas sociais, explorando as relações entre infância, sexualidade, poder e comportamento. Com forte caráter performativo e reflexivo, a obra propõe ao público uma experiência sensorial e crítica sobre os mecanismos que moldam nossos corpos, memórias e modos de existir.

Holzwege ou Caminhos de Floresta (2019)
Inspirado no conceito filosófico de Martin Heidegger, Holzwege ou Caminhos de Floresta é um espetáculo que investiga os percursos da existência humana por meio de narrativas e imagens poéticas. A montagem propõe uma reflexão sobre memória, deslocamento e identidade, conduzindo o público por caminhos que nem sempre levam a respostas, mas revelam novas possibilidades de percepção e experiência.

Persona (2018)
Em sua segunda temporada, o espetáculo aprofundou a pesquisa da companhia sobre os limites entre personagem e indivíduo, explorando as máscaras sociais e os conflitos entre aparência e verdade por meio de uma encenação intimista e contemporânea. A peça é uma criação da Cia. Nômades Urbanos inspirada nas questões de identidade, representação e construção do eu.

Edifício Deslembrar (2017)
Aborda os processos de memória, esquecimento e transformação urbana. A partir das histórias invisíveis que habitam os espaços da cidade, a obra constrói uma dramaturgia sensível sobre as marcas deixadas pelo tempo, pelas ausências e pelos afetos. A montagem convida o público a refletir sobre aquilo que permanece e aquilo que se perde na construção das memórias individuais e coletivas.

Persona (2015)
Um espetáculo que investiga a construção da identidade e os múltiplos papéis assumidos pelos indivíduos na vida social. Inspirada em referências do teatro contemporâneo e do cinema, a montagem propõe uma reflexão sobre os limites entre realidade e representação, explorando as máscaras que utilizamos para nos relacionar com o mundo.

Crack! (2014)
Em sua segunda temporada, Crack! aprofundou a pesquisa da Cia. Nômades Urbanos sobre as relações humanas em contextos de ruptura e vulnerabilidade. A obra utiliza uma linguagem física e fragmentada para abordar temas como exclusão, desejo, violência e sobrevivência nos grandes centros urbanos, promovendo uma experiência intensa e provocadora para o público.

Made by Sade (2013)
Espetáculo que dialoga com o universo do Marquês de Sade para refletir sobre liberdade, moralidade, poder e transgressão. Com estética minimalista e abordagem crítica, a montagem questiona os limites entre prazer e violência, indivíduo e sociedade, propondo uma experiência cênica provocativa e sensorial.

Crack! (2013)
Estreado em 2013, Crack! marcou uma importante etapa da trajetória da Cia. Nômades Urbanos ao investigar as fissuras sociais e afetivas presentes na vida urbana contemporânea. A partir de uma dramaturgia fragmentada e de forte intensidade física, o espetáculo abordava temas como marginalização, dependência, exclusão social e os mecanismos de resistência e sobrevivência nas grandes cidades.
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